O Reencontro
Ah Rose, quanto tempo, que saudades, principalmente, depois de nossa última trepada. Eu e Rose começamos a namorar já na adolescência, chegamos até a ficar noivos porém, tudo terminou, que fazer... Nosso namoro era muito gostoso ficávamos até tarde na varanda e, mesmo com seus pais assistindo TV na sala, dava para fazer umas brincadeirinhas legais: eu tocava uma siririca, enquanto ela chupava meu pau. Muitas das vezes gozávamos juntinhos. Na hora da despedida, íamos para o portão e então, era pau nas coxas até eu esporrar em suas pernas. Um dia veio o inevitável, o cabaço se foi...Passados alguns anos do término do noivado, nos encontramos, por acaso, no Centro da cidade e, como eu não tinha muito tempo, só trocamos nossos telefones. Daí então, já sem esperanças de que ela me ligasse, veio a surpresa: um belo dia, estava eu no trabalho, atendi, era ela... Falamos de muitas coisas disse ela, que estava separada do marido a quatro anos e tinha muitas saudades daquele tempo. Depois desse dia houve várias ligações e os papos já eram mais ousados, falávamos de nossas preferências sexuais e ela fazia muitas revelações sobre como estava muito mais liberada depois desses anos e andava com muito tesão pois não saía há muito com nenhum homem. Num desses telefonemas, lhe disse que como agora ela estava só, iria lhe dar um presente e, para minha surpresa, adivinhou meu pensamento! - Já sei você vai me dar um consolo, bem grande e grosso!- Como você adivinhou? Era isso mesmo! Aí então impus uma condição: lhe entregaria pessoalmente, quando fossemos fedor, e mais, queria que ela o usasse para eu ver, pois uma de minhas taras são a de ver uma mulher tocar uma siririca ou se masturbar com um consolo. Tudo combinado. Chegou o grande dia, nos encontramos num bar. Ela estava mais bonita que antes, mais madura, gostosa, suas pernas estavam mais belas, seus seios firmes e uma bunda maravilhosa. Fomos logo para um cantinho bem escurinho, ela disse que queria uma bebida para descontrair. Fiz sua vontade: caipirinha e um chopinho bem gelado. Depois de alguns goles e muito papo, resolvi tomar a iniciativa de um beijo ou uma carícia. Primeiro colei meus lábios aos dela num belo e alucinante beijo, chupei sua língua, enquanto minhas mãos já deslizavam pelo seus peitinhos já com os biquinhos durinhos de tesão. De vez em quando tirava meus lábios dos seus, lambia seu pescoço e enfiava minha língua em sua orelha aí, já percebia que aquela mulher estava doida para ser fodida para valer. Mas, o melhor ainda estava por vir... Quando ousei enfiar uma de minhas mãos por debaixo de sua saia, percebi que ela estava sem calcinha, então, toquei uma siririca ali mesmo, colocando de vez em quando dois dedos em sua xoxota, como nos velhos tempos. Não demorou muito veio o gozo... Demos um tempinho e saímos dali para um local mais aconchegante. Ao chegar no motel já não agüentava. Meu pau parecia que iria quebrar de tão duro, fomos logo deitando na cama e como um louco fui tirando sua roupa. Comecei a beijá-la, em seguida chupei seus peitinhos, mordiscando seus biquinhos, para seu delírio... - Ai amor me fode toda, hoje quero que você acabe comigo! Como eu estava disposto a cumprir seus desejos, parei, tirei de minha mochila o seu presente. Um super consolo de mais ou menos 30 cm X 6,0. Quando ela viu aquele pau artificial, que mais parceira com o caralho de um cavalo, ficou como que paralisada então eu disse: - Lembra em uma de nossas conversas pelo telefone? Você disse que seu sonho era ser fodida por dois caralhos, mas não tinha coragem de sair com dois homens? - Lembro sim. E daí? - Espere pra ver! Pedi para que ela começasse a chupar o meu pau. Obedeceu e, com sua língua, vinha até meu saco e subia por toda a extensão do cacete até a cabeça, para depois, engoli-lo e encostar a boca em meus pentelhos. Enquanto ela me fazia relembrar das maravilhosas chupadas de nosso tempo, fui esticando meu braço até a mochila e peguei um potinho de creme. Mandei que ela ficasse de quatro e disse: - Vou botar meu pau todo em seu cu! - Oh amor põe bem devagar, meu cuzinho é quase virgem ainda, e seu pau é grosso! É verdade, uma das coisas que minhas parceiras sempre comentam é que minha pica não é muito grande mas sua grossura compensa. Assim eu fiz, lubrifiquei bem meu pau, coloquei creme na ponta de meu dedo médio e fui lubrificando seu cuzinho... - Ui que gostoso amor enfia o dedo todo, isso, todinho, ahhh... Fiquei por uns segundos fazendo um vai-e-vem, quando percebi que ela esfregava o dedo no grelo e já gemendo como um fêmea no cio, me implorou: - Ahhh que bom! Foder é bom demais! Mete em mim querido, agora! Me coma, me foda por favor! Fui encostando a cabeça do pau em seu cu e, que devagar, foi entrando. Não o coloquei todo de uma vez, enfiei-o só até o meio, esperei que ela pedisse. - Bota esse caralho todo em mim, por favor... Obedeci: numa só vez, empurrei todo o pau para dentro daquele cu maravilhoso. Foi bom demais me sentir num lugar que não havia ainda explorado naquela mulher. Às vezes o tirava quase todo para logo em seguida enfiá-lo com força. Cada vez que fazia isso parecia que ela iria gozar sem me esperar. - Você está me deixando louca, assim eu gozo, estou tocando uma siririca gostosa! humm... Não esperei mais: - Vamos vire de lado e pegue o seu presente meta-o todo na boceta faz pra eu ver... Como estávamos em frente ao espelho, vi quando ela pegou o consolo, enfiou sua cabeça na boca, passou saliva e foi descendo aquele mastro passando-o pelos seios, até chegar perto daquela boceta já em chamas, antes disso ainda brincou com sua cabeça esfregando-a no grelinho durinho de tesão. Meu delírio se completou. Enquanto eu levava e trazia o pau em seu cu, ela foi enfiando bem devagar aquele caralho gigante até eu vê-lo quase todo dentro daquela xoxota toda molhada. - Ai que caralho maravilhoso. Ui, estou com dois paus dentro de mim. Amor estou sonhado!!! Um pau grande, como eu sempre quis, ohh! A partir daí já não dominei mais meus sentidos. Comecei a mexer freneticamente meu cacete enquanto ela se aproximava do gozo. - Caralho! Como é bom amor! Me chame de puta, me chame de cachorra, de galinha, ui, ui, ui, ai, estou quase gozando... - Eu também: minha putinha gostosa, que bom te foder, cachorra.. - Isso amor me xinga, me xingaaaaa... Aiiii puta que pariu, vou gozaaaaaar! Estou gozaaaaando! Caralho! - Eu também! Gozamos juntos, foi maravilho, enquanto eu gozava senti seu corpo estremecer como se ela estivesse recebendo uma descarga elétrica aí então enfiei definitivamente meu cacete todo em seu cu e ficamos coladinhos até que eu ficasse meio amolecido e me retirasse daquele buraco que me deu um dos melhores gozos de minha vida. Enquanto eu acendia um cigarro ela disse que nunca tinha gozado três vezes numa mesma foda eu não acreditei. - Foi sim quando você gozou eu já estava no terceiro, foi maravilhoso, Ter um pau no cu e outro gigante na boceta, agora vou querer sempre assim. Mas só com você tá bom? Fiquei maravilhado. Depois do banho rolou mais umas coisas, inclusive, ela satisfez minha tara: tocou uma siririca pra eu ver, enquanto eu gozava em seu rosto. Mas esse relato fica pra depois... Antes de terminar quero que saibam que tudo isso foi feito com camisinha, pois sou adepto do sexo seguro. galmeid@globo.com