Uma ajuda muito bem vinda

Eu estava numa estrada, dirigindo sozinha, quando de repente meu carro parou. Tive de encostar e pedir ajuda para alguém que passasse por lá me ajudar. Depois de algum tempo, um carro se aproximou e viu que eu precisava de ajuda. Ele parou e perguntou qual era o problema e eu disse que o carro não queria pegar. Ele estava sozinho e se ofereceu para ajudar. Pediu para que eu abrisse o capô e começou a examinar o carro. Enquanto isso, eu fiquei do lado dele, tentando entender o que ele explicava. Na verdade, eu tinha era achado o tal cara bem interessante. Por isso, resolvi dar em cima dele. Então me inclinei para ver o que ele estava mostrando e arrebitei bem a minha bunda, aliás eu estava com uma calça bem justa. Percebi que ele ficou meio sem graça, mas não disse nada. Perguntei: "será que vai dar para arrumar?" E ele disse: "claro, mas precisamos de algumas ferramentas. É melhor chamar o guincho mesmo". Então eu perguntei: "tudo bem, mas você pode ficar aqui comigo até eles chegarem?" - "Claro", respondeu. Então aproveitei o pouco tempo que tinha para provocá-lo mais ainda. Abaixei o capô do carro e me debrucei reclamando que não tinha nada para fazer até o guincho chegar. Aí, "sem querer", quando fui me levantar, encostei minha bunda nele. Vi que o cara estava sorrindo e aproveitei para perguntar: "você estava de olho na minha bunda, não é? Eu percebi que não tira os olhos dela". Fui chegando perto para ver se ele ia resistir. Continuei falando: "sabe, eu não ligo de você olhar para a minha bunda. Se quiser, eu te deixo olhar mais de perto e, se estiver a fim, quero que passe a mão nela". Antes que ele respondesse, encostei minha bunda nele, rebolando bem devagarinho. Aí ele não agüentou e segurou em mim apertando minha bunda contra ele. Naquele momento pude sentir que seu pau já estava duro. Abri o zíper da minha calça e pedi que ele tocasse minha bucetinha. E ele colocou a mão dentro da minha calcinha e começou a mexer bem gostoso, e eu rebolava cada vez mais. A outra mão ele subiu e apertou meu peito e começou a massagear também. Então pedi: "mexe mais rápido porque eu quero gozar agora, eu quero ficar bem molhada", e ele obedeceu, e me fez gozar. Depois de eu ficar bem molhadinha, abaixei minha calça e a dele e comecei a massagear o seu pau. Me ajoelhei e coloquei seu pau na minha boca, para chupar. Ele me disse que eu chupava muito bem, mas estava louco para sentir a minha buceta na boca dele. Então me fez levantar e me colocou deitada no capo do carro, arrancando a minha calça. Abriu minha pernas e pôs a boca na minha buceta, passando a língua e chupando meu clitóris. Dizia que eu era uma delícia e que aquele era o caldo mais gostoso que ele já tinha chupado. E eu só pedia para ele me chupar mais, assim eu ia ficar mais molhada para que, quando ele fosse colocar o pau dele em mim, entrasse sem dificuldade. Depois de me fazer gozar de novo, ele me puxou e me virou de costas para ele e me jogou de volta no capo. com meu bundão virado para ele. Senti ele me apertando como se estivesse olhando e apreciando, depois senti seu pau entrando em mim. Ele enfiava até eu sentir dor, depois voltava e fazia de novo. Então começou a aumentar o ritmo. Ele estava quase gozando. Mas então, resolveu parar e me pegou para colocar dentro do carro. Me fez ficar em cima dele e me pediu para cavalgar nele enquanto me dava uns tapas e me chamava de piranha. Se eu parasse, ele me batia e exigia que eu fosse mais rápida, e eu só gemia. Mas pedi para ele deixar eu gozar de novo. Claro que o cara não recusou, porque assim eu ficaria ainda mais molhadinha. Depois de gozar de novo, eu disse: "agora é a sua vez", e ele respondeu: "Então vou querer que você me chupe de novo, pois quero gozar na sua cara, na sua boca". Então me ajoelhei no chão e comecei a chupá-lo e massagear o pau dele, até ele gozar . Ele gozou dentro da minha boca, mas como eu adoro ficar toda melecada, deixei o leite dele escorrer pelo meu pescoço e pelo meu peito. Depois de alguns minutos, o guincho apareceu na estrada. Tivemos tempo de trocar telefone p/ ter uma aventura de novo mais tarde. P/ se despedir, ele deu um outro tapa no meu bundão dizendo que ele era uma delícia.