data: 23/3/2008
tipo: Heterossexual
titulo: swing
email: cintiaschev@ig.com.br
texto: Sou casada ha 2 anos e conheci o Renato no meu trabalho após uma
reestruturação da empresa em que fui enviada para outra regional.
O Renato é um antigo cliente da empresa que trabalho, mas até
então só tínhamos nos falado por telefone. Após
essa transferência, pude conhecê-lo pessoalmente e, a partir daí,
estreitar um pouco mais os laços de amizade. Quando o Renato comprou
uma casa em Ilha Bela – SP, ofereceu-a logo a mim para passar uma temporada
lá com o meu marido e conhecer as praias que até então
não conhecia. Não demorou muito e num feriado prolongado alugamos
a casa dele para descansarmos. Fiquei impressionada com a casa. Os quartos eram
enormes, a sala grande e uma varanda maravilhosa com churrasqueira. Foi um feriado
inesquecível pra mim e pro meu marido, o Carlos.
Ao voltarmos para SP, fui até a casa do Renato devolver as chaves e me
deparei com uma linda mulher, loira, alta e magra, porém com curvas bem
definidas. Certamente não aparentava a idade que tinha, 42 anos. Era
a esposa de Renato. Eram casados há mais de 10 anos e por opção
não quiseram ter filhos, apenas dois gatos para cuidar. Silvia me recebeu
muito bem e já foi logo me pedindo para entrar e conhecer o restante
da casa. Enquanto isso, na cozinha o Renato preparava uma bebida para me receber.
Em conversas anteriores, o Renato já havia me confessado que teve casos
extra conjugais e a esposa dele até que gostava, pois também gostava
de sair com outros homens. Era um casal liberal, porém sempre muito discreto.
As conversas pessoais no horários de expediente e conversas telefônicas
começaram a ficar ainda mais frequentes após nossa estada na casa
de praia deles. Confissões e segredos de ambos começaram a vir
a tona, o que mexia demais com a minha imaginação. Como um casal
lindo daqueles tinha uma vida tão intensa, “descolada” e
feliz. A cada visita que eu recebia de ambos, me deixava cada vez mais excitada
e curiosa a ponto de me pegar sonhando com eles durante o dia. O bom é
que Carlos também gostava deles e os admirava como eu, além de
eu ter pego meu marido olhando a bunda da Silvia por diversas vezes, o que me
deixava entusiasmada em saber que não era só eu que tinha certos
desejos pelo cônjuge do outro...
No Carnaval de 2008 recebi uma ligação do Renato em meu celular
dizendo que havia feito algumas reformas na casa da praia e queria receber nossa
visita para um churrasco entre amigos. Disse que iria mais um casal com eles
também. Percebi que seria algo bem descontraído e detectei uma
certa sacanagem ao ouvir “Depois da 3° tequila, não responderei
por mim e nem deixarei que respondam por você”. Aquilo foi o ápice
da conversa. Meu dia estava ganho. Estava excitadíssima para o feriado
de Carvanal. Certamente dias quentes teriam por lá.
Chegamos no sábado a tarde na casa, eles já nos esperavam com
o churrasco pronto, mas a Silvia disse que o outro casal não poderia
vir e ainda remendou em tom de piada “na verdade a gente armou tudo mesmo
pra catar vocês”. Demos risadas, comemos e bebemos muito. O calor
estava insuportável. Eu estava só de biquini e uma canga curta
cobrindo o bumbum. O Renato estava só de sunga preta, o que eu não
resistia olhar aquele “volume” de rabo de olho.
Já quase de noite, Silvia foi tomar uma banho na suíte do casal
e disse que não conseguia ligar o ar condicionado do quarto. Chamou o
Renato que disse estar preparando uma bebida para mim e não podia atendê-la,
então, o Renato sugeriu que o Carlos fosse ajudá-la. Enquanto
ela tomava banho, Carlos ligava e regulava o ar condicionado para refrescar
o quarto. Pude ver pela janela apenas ela saindo do banheiro completamente nua,
exibindo-se para o meu marido que já estava de pau duro só de
ouvir o chuveiro dela ligado. Ela se deitou na cama e disse pra ele apagar o
fogo dela. Nisso senti o Renato atrás de mim com a bebida em uma mão
e fechou a janela do quarto passando seu braço sobre meu ombro. Pude
sentir seu pau latejando na minha bunda. Ao fechar a janela, ele passou a mão
na minha barriga me apertando ainda mais contra seu pau e desceu para acariciar
minha xaninha delicadamente. Nestas carícias, ele ainda servia o coquetel
na minha boca deixando escorrer um pouco pelo meu corpo començando a
me chupar desde o pescoço até chegar na xana. Tirou a minha canga
e me colocou sentada em uma das cadeiras que tinha na varanda. Tirou meu biquini
bem delicadamente, abriu minhas pernas e disse “este carnaval será
inesquecível para mim, quero torná-lo inesquecível para
você”. Eu já estava mais do que excitada, estava louca de
tesão. E em uma chupada, pude sentir meu gozo escorrendo e ele se deleitando
com isso. Puxou-me com força me levantando e me encostou na parede. Daí
pude ver o tamanho daquele pau enorme olhando pra mim. “eu vou te comer”,”me
come”. Ele sacou uma camisinha e quase entrei em êxtase só
de vê-lo encapar o bicho. Me levantou de uma forma tão perfeita,
encaixando direitinho meu corpo no seu e me penetrou com tanta força
que eu quis gritar de tanto tesão. Começou uma vai e vem maravilhoso
que me levava às nuvens. De repente ele me pegou e me virou de costas,
levando-me até a mesa e me debruçou. O vai e vem continuou cada
vez mais forte. Sentia o se pau latejando dentro de mim e eu rebolava mais e
mais pra sentir cada bombada. Ele pressionava meu quadril contra a mesa e socava
seu pau na minha buceta até não segurar mais. Me levantou puxando
meu cabelo e gozou. Caimos quase que desfalecidos na rede. Ele pediu pra eu
deitar em cima dele. Foi o que fiz após pegar o copo de drinque e bebericarmos
um pouco mais. Enquanto ele estava deitado na rede, sentei-me montada nele e
acendi um cigarro. Olhando para aquele tórax maravilhoso, senti seu pau
me convidando pra mais uma rodada. Foi uma cavalgada devagar enquanto dividíamos
o mesmo cigarro. Levantei e me virei sobre ele fazendo um delicioso boquete.
Eu chupava aquele pau com tanto gosto que ele não conseguiu segurar o
gozo e esporrou minha boca. Deixei ela escorrer pelo meu pescoço para
sentir aquele cheiro de sexo maravilhoso no meu corpo todo enquanto ele também
me chupava. Ele me penetrou mais uma vez e fomos para o chuveiro tomar uma banho
erótico. A Silvia entrou no banheiro de surpresa. Ele me virou de costas
e encostou seu pau na minha bunda fazendo carícias com ele enquanto Silvia
entrou no chuveiro e começou a me beijar loucamente. Fizemos um sanduíche.
Enquanto eu estava de costas pra ele, ele me penetrava e ela me chupava inteira.
Não resisti. Fiquei de quatro pra ele me comer e chupei ela toda. Quando
ele gozou, saiu do chuveiro e foi para o quarto esperar por nós duas
na cama. Silvia me beijava tão intensamente e me pegava por trás
fazendo-me uma deliciosa e delicada siririca. Saímos do chuveiro e me
deitei no sofá da sala só de roupão enquanto via ela fazer
um boquete no meu marido. Juntaram os três no quarto fodendo ela e eu
fiquei olhando enquanto bebia uma dose exagerada de Vodka. Estava com tesão,
mas exausta de toda aquela atividade. Então o Renato saiu da cama e veio
sentar-se do meu lado. Ele pediu pra que eu montasse nele sem que fizéssemos
nada. Apenas ficariamos “engatados”. Doce ilusão. Não
resisti. Eu queria gozar. Queria o Renato dentro de mim me fazendo enlouquecer
mais uma vez e foi o que ele fez. Me colocou de quatro no chão e lubrificou
meu cu. Fez meu marido me penetrar o buceta enquanto comia meu cu e Silvia chupava
meus seios. Disseram que foi meu castigo por não ter participado na hora
da cama. Uau. E que castigo ser comida por três de uma vez só!!!
O tesão era tanto que eu nem pensava mais. Senti o Renato arrancando
a camisinha e gozou nas minhas costas, fazendo com que Silvia lambesse toda
a sua porra em mim e foi o que ela fez. Caímos os quatro nus no chão
da sala e ficamos lá por um bom tempo sem dizer uma palavra sequer. Silvia
pediu para me dar uma banho a sós. Fomos para o chuveiro e relaxamos
um pouco na cama. Logo depois vieram os outro do e deitaram-se com a gente quando
percebi que o pau do meu marido estava estalando de novo. Eu e a Silvia estávamos
exaustas e nos viramos tirando o corpo fora. Daí o Renato disse ue era
sacanagem deixaar o Carlos na mão e começou a chupá-lo.
Carlos ficou tão constrangido que colocou o travesseiro na cara dando
risada. Silvia logo montou da cara do Carlos e a fez chupá-la mais uma
vez. Eu estava completamente embriagada e acabei dormindo. Acordamos juntos
no outro dia com a campainha tocado. Era o tal casal.