A bela quase adormecida

Sou casado há mais de 15 anos com Marta, e nossa relação é cada vez melhor. A explicação é simples: sexo intenso, quase todos os dias, muito gostoso e sem barreiras, e principalmente muito respeito à individualidade do outro. Compreender e aceitar os desejos e do outro, e incentivar a realização de cada fantasia ! Até cerca de dez anos atrás não havíamos tido nenhuma experiência com outras pessoas, mas nossas trepadas eram escandalosamente gostosas. Marta e eu adorávamos sexo de todas as formas, não tínhamos nenhum tipo de restrição um com o outro, e explorávamos nossos corpos, desejos e prazeres sem nenhuma regra moral ou social. Um dia, durante o cigarro de depois, ela me confessou que tinha desde a adolescência uma fantasia que ela cultivava na esperança de um dia conseguir realiza-la. Tinha um desejo imenso de ser comida por dois homens e narrou seu sonho com detalhes, descrevendo como usava sua imaginação em deliciosas sessões de masturbação: de quatro com a bundinha empinada, sendo enrabada por um, enquanto se deliciava com o cacete do outro. O resultado imediato foi outra trepada selvagem, com direito a comer seu deslumbrante cuzinho, com a exigência de que eu terminasse gozando em sua boquinha, o que fiz com muito prazer. Poucas semanas depois a oportunidade caiu do céu. O filho de uma amiga dela ficou hospedado em nossa casa por 5 dias. Era um rapaz de 22 anos, educado e bonito, embora um pouco retraído, mas que não parava de, disfarçadamente, esticar os olhos para os decotes e frestas de roupa de Marta, que notando passou a provocá-lo, andando pela casa com um conjuntinho de seda composto por um shortinho largo, mas ao mesmo tempo curto que quando ela sentava deixava uma deliciosa brecha, por onde era possível vislumbrar sua calcinha, sempre muito provocante e uma blusinha que ia até a altura do umbigo, que subia quando ela levantava os braços e deixava a curva inferior dos seus peitinhos aparecendo. Vinícius não sabia para onde olhar, nem o que falar quando a via assim, e então percebemos que a hora do bote havia chegado. Armamos um verdadeiro golpe de mestre e o colocamos em prática. No domingo disse na mesa do café, na presença de Vinícius, que iria assistir o futebol à tarde e ela respondeu que como precisava dormir tomaria um certo remédio para se desligar totalmente de tudo. Encenando, perguntei-lhe se aquilo seria realmente necessário, lembrando-a, maliciosamente, que da última vez ela tinha dormido quase 4 horas seguidas, e que nem havia percebido, nem aproveitado, o que eu tinha feito com ela, embora durante o sono manifestasse suas emoções. Como parte do jogo ela mandou que eu não falasse mais nada e fingiu estar envergonhada na frente do rapaz. Rimos e mudamos de assunto certos de que ele havia mordido a isca. Quando faltava pouco menos de meia hora pra eu sair, ela foi até a sala, onde eu e Vinícius conversávamos, com um copo de água na mão, e dando-me um beijo de despedida, foi para o quarto. Ainda comentei com Vinícius que quando ela tomava aquele remédio, não havia nada capaz de acordá-la. Vinícius recusou meu convite para assistir o jogo, alegando que iria aproveitar o tempo para ler um pouco, despedindo-me saí de casa com a certeza de que ele iria colocar em prova a eficácia do tal remédio. Passados 15 minutos telefonei para casa e ele atendeu. Alegando não saber o endereço do marido de uma amiga de Marta, que iria ao jogo comigo, pedi-lhe que tentasse acordá-la, já que não fazia muito tempo que ela havia tomado o medicamento. Vinícius mal conseguiu disfarçar a euforia que meu pedido lhe provocou e, solícito, foi até nosso quarto voltando pouco depois dizendo que ela apenas resmungou e virou o rosto, em um sono profundo, agradeci e desliguei. Agora era só esperar a hora de voltar pra casa e confirmar o sucesso do nosso plano. Ao chegar em casa, Vinícius estava visivelmente alterado, cumprimentei-o fui para o quarto, "acordando" Marta e curioso para ver a fita onde havíamos gravado tudo. Tínhamos deixado nossa câmera ligada e posicionada de forma a cobrir praticamente todo o quarto Ela me beijou quase delirando de tesão e me agradeceu por eu estar fazendo tudo aquilo. Tomamos um gostoso banho, com muita sacanagem, para nos preparar para o clímax do jogo e fomos para a sala. Marta chamou o rapaz e disse-lhe que ela passaria um vídeo caseiro, produzido por nós e que ele certamente gostaria de assistir junto com a gente. Ele não teve como recusar o convite, e Marta fez com que ele sentasse ao seu lado, ficando entre nós dois. Acomodados começamos a assistir a fita, e quando Vinícius viu as primeiras imagens, mostrando nosso quarto e Marta se deitando, percebeu que ele próprio era um dos protagonistas, empalideceu e começou a gaguejar tentando achar alguma explicação para sua conduta. Só não saiu correndo por pouco. Marta colocou a mão sobre sua coxa, e com uma suave e provocante carícia o acalmou, dizendo que ele não tinha com que se preocupar, pois tudo tinha sido uma grande e deliciosa armação. À partir desse ponto narro com base nas imagens de vídeo.< Vinícius entra no quarto e tenta acordar Marta, segurando inicialmente seu braço, ele a sacode e não obtendo resposta, faz nova tentativa acariciando-lhe os seios por cima do fino lençol que a cobria. Os biquinhos daquelas deliciosas perinhas se eriçaram de tal maneira, que quase perfuram além da blusa, o lençol, que por ser bem macio, deixavam transparecer todo o tesão que aquela caricia tinha provocado. Em seguida a mão dele percorreu, ainda por cima do lençol, as coxas de Marta, desde o joelho, subindo pela parte interna da perna, até atingir a xoxotinha. Marta deixou escapar um gemido de tesão, que chegou a assusta-lo, ele saiu e pouco depois já estava de volta, tinha ido me dar a resposta ao telefone. Quando entrou, bem de frente para a câmera, pudemos notar que seu pau estava completamente duro e parecia querer escapar através do tecido do short. Confiante aproximou-se e lenta e delicadamente puxou o lençol descobrindo o estonteante corpo de Marta. Ficou parado por alguns instantes contemplando-a e, é óbvio, babando, em seguida ajoelhou-se ao lado da cama e começou uma sessão de carícias suaves, iniciando pelos pés foi subindo, parando em cada curva, em cada dobrinha. As coxas, principalmente a parte de dentro, ganharam atenção especial, ele subia até perto daquela xoxotinha, introduzindo a mão por baixo do short, até toca-la de leve e voltava, repetindo os movimentos diversas vezes. Prosseguiu em direção aos seios, com direito a uma longa e gostosa parada na região do umbigo. Marta tremia de tesão, mas aguentou firme e não deu mostras de que estava acordada. Sua mini blusa mal cobria-lhe os seios, deixando aparecer apenas um pedacinho da marquinha branca do biquíni. Ele, com muita delicadeza, continuou suas carícias, provocando delírios em Marta, que gemia descontroladamente e contraía o ventre em espasmos de prazer. Pouco a pouco foi puxando a blusa para cima e descobrindo aqueles peitinhos durinhos até chegar ao topo e libertar os biquinhos que espetavam o ar de tão eriçados. Ele tremeu e caiu de boca lambendo, chupando e mordendo cada um . Marta continuava a fingir estar profundamente adormecida, mas não conseguia conter os gemidos e as convulsões de tesão. Com todo o cuidado ele tirou totalmente a blusa e continuou beijando-a sofregamente e tomou o caminho de volta, fustigando com a língua cada centímetro de sua pele macia, introduzindo-a em seu umbigo e alcançando-lhe o ventre, começou a tirar-lhe o short com os dentes até deixa-la vestida apenas com uma minúscula calcinha branca e semitransparente. Levantando-se despiu-se deixando seu avantajado e duríssimo membro livre, latejando, pulsando. Com a boca, novamente, tirou-lhe a calcinha com muita suavidade e deitando-se à sua frente colocou a enorme pica entre suas coxas e começou a esfrega-la na xoxotinha de Marta, que já estava completamente melada. Nesse ponto o incômodo de Vinícius aumentou considerávelmente, e eu entenderia o motivo logo em seguida, pois Marta já sabia e não tinha me falado para me fazer uma surpresa. Ele não conseguiu se controlar e só teve tempo de levantar o pau e gozou abundantemente na barriga e seios de Marta . Ato contínuo passou a chupa-la e a lamber a própria porra, deleitando-se, saboreando cada gota do próprio prazer. Nesse momento, embora Vinícius estivesse visivelmente sem graça, estávamos os três alucinados de tesão, e Marta tomou a iniciativa. Fez o rapaz levantar e colocou-o em sua frente. Mordiscou seu cacete duríssimo por cima do tecido do short e com os dentes, numa gostosa retribuição, começou a puxar o short e a cueca para baixo, até que, liberto, o pau saltou-lhe ao rosto, ela o esfregou por toda a face e olhando-o nos olhos, fez a pica desaparecer em sua boquinha. Vinícius quase gozou, mas Marta controlou seus impulsos e continuou a deliciosa chupada. Lentamente fez com que ele se sentasse e continuou a abocanhá-lo com indescritível prazer, ficando de quatro, a me oferecer seu rabinho. Eu estava louco e, sem resistir mais, tirei minha roupa e ataquei-a por trás enfiando todo meu cacete naquele buraquinho. Ela berrava, se contorcia e rebolava no meu pau, sem tirar o de Vinícius da boca. Sentindo que ele poderia gozar, ela sentou-se lentamente em seu pau, deixando-o escorregar para dentro de sua grutinha, enquanto falava palavras desconexas e gemia despudoradamente. Aproximei meu pau de sua boca e ela não se fez de rogada, devorando-o, para em seguida beijar a boca de Vinícius e novamente engolir meu pau e voltar a beijá-lo. Perguntou se ele estava sentindo o sabor do meu pau, e foi aproximando, entre um beijo e uma chupada, meu cacete da boca de Vinícius, que um pouco constrangido não sabia o que fazer. Ela então esfregou suavemente o membro em seu rosto e dessa vez ao beijá-lo, colocou meu pau entre suas bocas, e gemendo pediu: - Vem garoto gostoso, divide o pau do meu macho comigo, e com a língua empurrava-o para dentro da boca do rapaz. Ele, tímidamente, começou a me chupar, mas incentivado por Marta, logo esqueceu toda a vergonha e pudor, e passou a chupa-lo com tamanha avidez, que quase não sobra para Marta. Sem resistir mais, despejei minha porra naquelas bocas. Marta e Vinícius também gozaram, enquanto ela o instigava a sorver cada gotinha do meu esperma, como tinha feito com o próprio. Ele não vacilou e quase abandonou-a de vez, concentrando-se apenas no meu cacete. Caímos na cama ainda ofegantes e quando achávamos que íamos relaxar, Marta levantou-se e puxando Vinícius levou-o para o quarto, dizendo que ia preparar uma grande e deliciosa surpresa e que eu deveria esperar na sala. Pacientemente fiquei esperando por mais de 30 minutos. Marta entrou sozinha na sala e apagou as luzes, depois fez um sinal e Vinícius entrou. Fiquei embasbacado. Ele vestia um short de Marta, desses de malha bem curtinho que realçava as bochechas da sua bundinha redonda. Era possível ver a marca da calcinha sob o malha, entrando em seu reguinho. Usava uma blusa de seda branca que quase cobria o short. Estava discretamente maquiado. Um batom vermelho suave cobria-lhe os lábios e embora estivesse visivelmente constrangido, demonstrava enorme excitação. Marta sentou-se ao meu lado e pediu que ele andasse um pouco na nossa frente, se exibindo. No início ele estava sem graça, mas aos poucos foi se soltando enquanto eu e Marta nos bolinávamos excitados. Ela o chamava de patinha e mandou que tirasse o short sensualmente. Virando de costas para a gente ele obedeceu e lentamente tirou o short, mostrando mais da sua deliciosa bundinha, com a calcinha enterrada no rego. Ela mandava que ele rebolasse e ele atendia. Ficamos mais uma vez alucinados de tesão e ela me mandou abraçá-lo por trás e tirar um gostoso sarro com ele, pois ela queria ver. Obedeci e ao encostar meu pau duro naquele rabinho, arranquei-lhe um suspiro de tesão. Pressionei o pau e mandei que ele rebolasse na minha pica. Ele estava totalmente sem controle e já não tinha nenhuma vergonha ou pudor, se comportando como uma autêntica puta. Marta se masturbava assistindo à cena. Sob sua orientação tirei sua blusa e mandei que ficasse de quatro, pois iria fuder aquele cuzinho. Ele obedeceu rapidamente e passei a mordiscar suas nádegas, arrancando-lhe gemidos, e puxei lentamente sua calcinha, desnudando-o totalmente. Marta levantando-se, fez questão de guiar minha pica, depois de lubrificar o cuzinho de Vinícius com sua língua selvagem. Ela dizia para ele rebolar e pedir pela pica. Ele a obedecia cegamente e aos poucos meu caralho foi entrando no apertado cuzinho, até sentir meu saco batendo em sua bunda, ele berrava de tesão enquanto meu pau entrava e saía do seu buraquinho. Não demorei muito a gozar e enche-lo de porra. Marta compensava-o com uma deliciosa chupada, recebendo seu esperma na boca e degustando-o . Desabamos no sofá exaustos e ficamos enroscados por algum tempo. O fim de semana ainda não havia acabado e muita coisa aconteceu ainda, mas isso é assunto para outra estória.