Empregadinha Safada
Me chamo Gutemberg! Tenho 20 anos e aos 16 minha mãe foi transferida para trabalhar numa cidade à 180 Km de onde morávamos. Como só ficava em casa eu, meu pai e minha irmâzinha de 3 anos foi preciso contratar uma empregada. Quem indicou foi uma prima de minha mãe e parecia de ser de "confiança". Ela chegou num dia de domingo. Era alta, cerca de 1,80,cabelos grandes até a cintura, um belo par de pernas e uns mamões de dar inveja à qualquer mocinha. Nos primeiros dias parecia não dar muita ousadia, era de muita pouca conversa. Isso foi o que me deu mais coragem. Na época ela tinha 19 anos e residia num distrito aqui perto de onde morávamos. Como estudava pela tarde, ela sempre ia arrumar meu quarto quando ainda estava dormindo. Eu me fazendo de inocente sempre dormia sem cueca e subia o cobertor até perto da cintura deixando parte de meus pentelhos à mostra. Pra ela ver só era preciso se abaixar um pouco e ela, sempre varria demoradamente embaixo da cama o que deixava claro que ela estava olhando. Eu ficava tão excitado que chegava a escorrer esperma sem a mínima manipulação. Numa dessa vezes, esqueci de propósito duas revistas eróticas encima da estante. Quando ela entrou pegou-a e começou a folhear. Coloquei a cueca, levantei e ela não deu a mínima pela minha presença. A altura da cueca não disfarçava e ela não tirava o olho de cima. Perguntou o que eu havia feito com a revista na noite anterior. Eu lhe disse que estava apenas lendo uma matéria e ela me desmentiu, dizendo que havia me masturbado. Disse que não mas ela com muita experiência disse que sabia quando um pau teria sido manipulado. Pediu para ver e eu prontamente atendi ao seu pedido. Ela pegou na ponta e começou a massagear. Já estava em ponto de bala e ela perguntou se poderia dar uma lambidinha. Antes de responder empurrei meu pau pra dentro da boca dela. Bastou ela fazer o movimento de entra e sai duas vezes e eu estava esporrando na sua boca. Falou que era muito precoce mas, acho que devido a idade e a falta estava pronto pra outra. Tirei rapidamente sua pequena saia e comecei a encoxá-la por trás. Meu pau estava em brasa e entrou de uma só vez. Ela gritava e me chamava de patrãozinho, dizendo que queria isso desde o dia que chegou. Gozei mais uma vez quase que junto com ela. Seu gozo encharcou o lençol da cama. Se vestiu e foi terminar de fazer o seu serviço. Fiquei um tempão na cama pensando, e o pau não descia. Lembrei das revistas e resolvi comer o cú dela. Fiquei com aquilo na cabeça e resolvi ir pro ataque. Ela estava lavando os pratos. Cheguei por detrás dela e a encoxei. Ela riu e perguntou se ainda queria mais. Falei que sim e comecei a tirar sua roupa ali mesmo, pois estávamos sozinhos em casa. À botei de quatro e coloquei o pau na entrada de seu cuzinho. Ela retrucou dizendo que eu era desmarcado. Sempre fui meio desproporcional mas não contei conversa. Empurrei de uma só vez. Ela soltou um grito mas começou a gostar. Ficamos naquela por quase 30 minutos. Foi quando eu avisei que ia gozar. Ela saiu rapidamente e se pôs de frente pra mim, esperando meu gozo na boca. Depois disso transávamos quase todos os dias. Foi quando minha mão foi retransferida e ela foi dispensada. Devido ao trabalho(temos algumas funerárias aqui naBa)ficou difícil de nos vermos. Mas sempre que dá dou uma passadinha na casa dela. Se alguém quiser escrever meu e-mail é fvnova@ifrnet.com.br Só escrevam mulheres