A Ciclista da Tijuca
Na Volta do trabalho, após o plantão, peguei meu carro e fui para minha casa, onde moro sozinho, pois minha família é do interior de Minas. Ao passar por uma rua próxima ao estádio do Maracanã, vi uma morena, de 1,70, cabelos longos, castanhos, usando uma bermuda de ciclista branca, onde dava pra ver uma minúscula calcinha que mostrava uma bunda típica de cariocas, acompanhada de coxas roliças e bem torneadas empurrando uma bicicleta que estava com pneu furado, como o sinal estava fechado e ela passava bem próximo ao meu carro, perguntei se queria ajuda para levar a bicicleta até sua casa. A princípio ela estranhou, mas após minha insistência, ela aceitou meu favor, e como estava com uma pick up saveiro, parei, coloquei a bicicleta na caçamba e entrei no carro, quando dei de cara um belo par de seios médios escondidos num top que realçava ainda mais aquelas coisas suculentas e um abdômen muito bem malhado. No caminho até sua casa soube que seu nome era D. e que morava com uma tia num apartamento a uns 4 quarteirões dali. Acho que ela gostou de mim, pois foi muito simpática e desinibida, falando muito. Ao chegar ao seu prédio, ela me olhou, como se quisesse conversar mais, então trocamos telefones e fui para minha casa. À noite liguei para D. perguntando se queria sair e ela disse que sua tia iria passar a noite fazendo plantão no Hospital... Foi quando pensei várias besteiras. Fui o mais rápido possível para casa de D. e encontrei a gata com um vestidinho curto e folgado que mostrava suas pernas. Nós sentamos na sala e começamos a conversar sobre tudo, até chegar ao assunto "praia", quando ela quis me mostrar sua marquinha de biquíni. Como seu vestido era muito fechado em cima, ela levantou o vestido e dei de cara com sua calcinha branca estufada e uma marquinha de sol de doer a vista. Agarrei D. e meti minha língua em sua boca, logo D. começava a suspirar e ofegar como gata no cio. Meu pau começava a crescer e meti minha mão no meio de suas pernas, quando percebi a mão dela estava apertando minha coxa, então segurei sua mão e coloquei em cima da minha pica. Ela abriu minha calça e começou a bater uma gostosa punheta bem devagar, a medida que ela ia acelerando meu "pau" crescia cada vez mais, ao sentir meu gozo se aproximando abocanhou meu "pau" com uma fome de sexo descomunal, sua boca parecia uma máquina de sucção, até que não agüentando mais gozei na sua boca .Ela sugou tudo sem deixar cair nenhuma gota. Logo em seguida, peguei D. pelas pernas abri e meti minha língua naquele buraco macio e molhado. D. gritava como uma puta, pedia que eu lambesse cada vez mais, até que num grito alucinante ela gozou. Que loucura ! D. se virou e pediu uma linguada na bunda, (foi quando percebi que iria comer seu cú), meti minha pica em sua xoxotinha, só que meu dedo entrou em seu rabinho, ela começou a gemer e pediu para enfiar outro dedo no seu cú. Daí tirei meu pau da sua xoxota e meti naquele buraquinho que estava "nervoso". Os gritos de D. acordaram a vizinha que morava em frente, e isso me deixou com mais tesão ainda. Quando D. percebeu que a vizinha olhava, sorriu para ela e deu tchauzinho. Meu gozo encheu seu cuzinho e notei um sorriso em seu rosto. A vizinha estava desesperada e me chamava para sua casa. Mas essa é uma outra história... Victor, 25 anos.